26.1.12

Subsídios para a Cultura?

João César Monteiro (JCM) foi um completo anormal. Andou neste mundo vestido com uma vestimenta de cineasta e devorou subsídios das entidades oficiais (ou seja, do Orçamento Geral do Estado) a fazer umas merdices a que chamava de fimes como aquela coisa-espécie-de-filme "Branca de Neve" cuja estreia foi feita em 2000, três anos antes da sua morte.

Para que se entenda a catástrofe, basta ler o que diz a Wikipédia sobre o assunto: "O filme viu-se envolto em polémica e discussão devido à ausência de imagens durante quase todo o filme e de a produção do filme ter recebido 130 mil contos de subsídio do Estado Português, por via do Instituto do Cinema, Audiovisual e Multimédia, juntamente a 26 mil contos por parte da RTP."

Um filme sem imagens? Por 156.000 contos? Quase 780.000,00€ de subsídios públicos?

Bem, a tragédia não seria assim tão grande se não se tivesse guardado outra memória do anormal JCM. Uma "entrevista" que o energúmeno deu à SIC e que pode ser vista de seguida:

 


Sim senhor! O público que pagava os filmes deste anormal a ser tratado desta maneira! Muito bem...

Ó ditosa Pátria amada que tão ilustres filhos pariste!!!



Um tipo destes devia ser enterrado de barriga para baixo. Assim, se acordasse e desatasse a escavar, ia parar à Nova Zelândia...


2 comentários:

Fernando Torres disse...

O JCM, para além de ser um cineasta de qualidades muito discutíveis, fazia gala em ser provocador. Naquela célebre história da BRANCA DE NEVE, só é lamentável que a comissão que atribuiu o subsídio, o tenha feito (vá-se lá saber porquê) de olhos fechados, sem consultar o guião e o storyboard. O dito cujo JCM exultou e "realizou" o que sabe: um filme sem imagens e só com audio. Abraço

zito azevedo disse...

Este fulano não merece as palavras que se consomem a discuti-lo...